sexta-feira, 23 de novembro de 2012


o convento



Muitas pessoas acham que o mundo e como uma pintura de aquarela .linda brilhante mas a verdade é outra existe uma gama maior de cores muitas vezes em cores fortes e sombrias
nossa historia começa ou termina depende do ponto de vista em um convento de alguma região
prospera com terras verdes e campos verdejantes um lugar cheio de vida
nosso pequeno convento era um lugar bem construído muitos arcos apesar dos muros altos e portões de ferro por dentro era arejado com colunas altas não havia mortificações da carne lá
so havia paz e sossego elas se dedicavam a extrair a essência das flores que humildes camponeses colhiam nas terras do clero
era o começo dos ano 60 tudo transcorria bem neste dia chegou ao convento uma jovem foi conhecer o convento com aspiração a ser noviça alexassa uma ruivinha miudinha ela andou por vários locais as capelas aprendeu sobre as rotinas os estudos bíblicos e ela foi apresentada a todas
e a ultima era a recém ordenada mayara ou irma janira
as duas conversaram e e tinha muita coisa em comum a total fé deus e de como ele era bom e caridoso por criar um um mundo lindo e colorido e maravilhoso
o dia transcorria normalmente ate a chegada do padre eusebio ele estava quase em panico e temeroso pelas clericas
ele contou que algum tipo de animal raivoso ou pior algum louco matando e mutilando pessoas e animais
padre Eusébio mandou trancar tudo e não atender estranhos qualquer coisa ligar para a delegacia pois muito acreditaram se tratar até mesmo de uma quadrilha de sádicos
nessa noita as clericas se re tiraram e orações e m suas alcovas
a noite caiu uma noite sem luar um frio estranho começou a soprar como gritos de agonia
de repente uma neblina começa a impregnar os corredores do convento
um estranho sono começa a tomar conta da freiras em suas alcovas pesadelos com mortes e torturas atormentam o sono das devotas
enquanto isso janira em sua alcova não consegue dormir um estranho desespero se apossa dela
um aperto insuportavel no peito
o som do vento era como um urro de algum tipo de animal
no corredor um semblante de estranha figura começa a andar por eles no começo um vulto ate se ver visível na figura de um homem alto pela clara bem pálida cabelos negros e ondulados
com botas de couro de cano longo por um momento ele para e começa a sentir o cheiro dolugaraté que um odor em especial chama a atenção dele janira o cheiro do teor dela o atrai
ele se encaminha para a alcova dela
e alem de toda logica conhecida ele se transmuta em uma nuven de gás e travasse a porta
o horror de janira cresce com aquela cena
Satanás estava em sua cela ela rezou rezou e rezou e a figura soturna começou a rir
e proferiu as seguintes palavras: comece a gritar pois essa eá a unica ajuda que terá já sei vou gritar um pouco
e com sarcasmo começou a gritar alto socorro -tem uma besta aqui dentro comigo alguem me ajude
ninguém respondeu so som do vento e um som de algum tipo de animal ao fundo era so o que se ouvia
então o ser sobrenatural fitou a clerica e disse voce me dara prazer depois vou o faço com vc
então olhos de uma cor entre o amarelo eo violeta depois um verde claro olhou diretamente para ela
ele a despiu e segurou pelo pulsos ele possuía uma força descomunal arrancou o camisolão e touca e as roupas intimas ela estava completamente nua em sua cama e dominada por aquele ser nefasto durante a sua violação ela sentiu seu caninos entrando em sua carne e lhe extraindo sangue mas também uma especie de contra fluxo após ele se satisfazer
janira esta contorcida de de do dor vergonha e raiva
o violador lhe fala: a partir de agora começa uma nova vida para você
quando o sol sair não deixe ele lhe tocar o resto você aprendera depois
janira perguntara quase sem voz por que ?
então ele da meia volta e diz
-por que posso e sinto isso dentro de mim para mim voces não são nada o que importa e me satisfazer o que importa ea mim, vocês são gado,lixo, nada
mas em breve voce saberá o que sinto
a grande treva que me acolheu sou um iluminado
então ao poucos como entrou ele foi sumindo
e la estava janira meio morta meio viva fraca com furos no pescoço e sangue seco
quando a manhã despontou uma letargia se apossou dela e um sentimento de muita raiva e tristeza umas freiras perguntou s ela estava bem
janira não saberia explicar sua situação ficou com medo que pensasem que estava louco e somente disse que estava doente então mais tarde foi lhe deixado um prato de comida e um pequeno pote com suco de uva
janira estava com uma sensação estranha então quando tentou comer uma estanha repulsa pelo alimento era como se tentasse comer plastico ou borracha o sabor era estranho ai começou a sede ela tomou o suco normalmente mas o sabor parecia distante foi lhe deixado um jarro com agua as freira eram sempre reservadas nestes casos afinal nas meditações e orações havia muita privacidade
quando a noite chegou estranha sensações tomaram janira nessa altura seu coração estava extremante colérico e por cima de tudo um repudio raiva a deus em sua mente uma pergunta por que deus deixou que isso aconteçece aonde ele estava por que não morro de vez
então os sentidos de janira se aguçaram de tal maneira que sua audição foi capaz de ouvir todos no convento como se encontrassem a poucos passos eo olfato todos os cheiros e um em especial uma fragancia doce incrivelmete doce começou a lhe dar agua na boca
ela tinha que provar aquela fragancia então no meio da noite
ela se retira de sua alcova e vai atras do cheio , seu aspecto e péssimo descabelada descalça com o camisolão com manchas de sangue parecia uma louca
então ela chega ao destino o banheiro uma das jovens noviças esta se limpando de suas regras
e la esta ela na penumbra ela ve janira ea cumpri menta não percebe as roupas suja s
então a joven se higieniza e janira sente o cheiro que emana daquela jovem , horrorizada algo desperta uma sede descontrolada, algo primitivo de dentro do cérebro de janira assume o controle
agarra por trás a jovem semi nua e então pressas crescem e cravam na jugular dela
uma paralisia toma conta da noviça janira sente aquele sangue quente delicioso sendo drenado
era como se pudesse sentir a vida em sua essência
quando terminou era so janira e uma jovem morta no chão janira se encolhe no canto canto com olhos de espanto medo e êxtase tudo junto um ar insano se apossa dela
então ela se levanta se olha no espelho
e diz no que foi que me tornei?
  1. Algo dentro dela toma forma um desejo de vingança seus escrúpulos ou restrições os sentimentos de peidada amizade se afogaram dentro de seu ser onde chamas negras tomavam seu seu ser uma tormenta de pensamentos horríveis e insanos tomou conta de janira so vingança e dor importavan ela iria se vingar de tudo e de todos a começar por este lugar ,este convento que não a protegeu do mal e acabou se tornando o mal
    o mal era so isso que importava dor e desespero alheio ela causara o mal a todos daqui passar a frente
    então a noite se tornou um rio de sangue janira atacava suas ex amigas com fúria descomunal um verdadeiro animal algumas tentaram correr era inútil em velocidade e força janira superava qualquer ser humano a cada nova vitima ela se fortalecia ninguém foi poupado só o êxtase de matar importava a poucas horas do alvorecer janira instintivamente sabia que tinha que ir embora e se esconder mas antes ela saqueou o convento levando inclusive as valiosas obras de arte sacra tudo de pior aflorou em janira mas janira se lembrou de alexassa ela ficava no quarto de hospedes mas ao invés de matala ela teve uma ideia deixar um presente para o padre euzebio e outros primeiro ela dominou alexassa e sugou um pouco de seu sangue até ela ficar fraca depois deu a ela um pouco de seu próprio sangue ela esperaria que alexasa causasse algum desconforto a todos
  2. foi assim que janira se foi levando uma pequena fortuna abandonado alexassa
a sua propria sorte e ganhou o mundo para espalhar sua dor aos outros

autor A.M.N

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