sakaravanews
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
que merda virei vampiro
QUE MERDA VIREI VAMPIRO
Certo dia em são paulo
dia normal pessoas normais rotinas insuspeitas
nossa historia começa
com a vida de um simples habitante
Carlos calunus jovem
recém-formado analista de sistemas divide um pequeno apê com joão
nogueira tralhador em uma gráfico tecnólogo de impressão
se conheceram, por
imtermedio de amigos Carlos doido pra morar perto do centro longe de
cotia aonde seus pais tem uma pequena avícola junto com sua mãe o
irmão mais velho já vai assumir os negócios
ovo e galinhá acordar
as 4 da manhã coisas do tipo
ele fez o curso
analista de sistema queria ser algo do tipo executivo
mas ele se dei bem na
área contábil
problemas normais no
serviço todo dia de metro ele tem ate uma noiva
natalia ai tudo começa
a mudar natalia filha de um gerente de banco da região do centro a
caçula
ultimo ano de
comunicação fazia dança moderna uns cursos de dança do ventre
loirinha toda delicada
conheceu Carlos num
casamento de um dos colegas de trabalho
apenas dois anos de
namoro resolveram noivar ai começa os problemas
natalia queria morar
no alto da lapa já planejava explorar a capacidade de credito de
Carlos
pediria empréstimos
entre entre aos pais que ajudassem Carlos queira algo bem mais
modesto um apartamento na vila alpina tipo kit net
esse foi muitos
problemas a relação dos dois não ia bem a capacidade de Carlos
manter o estilo de vida de sua noiva não era aplicável
a gota d água foi a
tia querer comemorar o aniversário em lãs lenas natalia sugeria
que fossem
Carlos achou inviável
não se acertou como pagar a viajem naquele dia os dois brigaram
Carlos de cabeça
quente foi aproveitar a sexta feria e topou de Onofre antigo colega
de escola
onofre virou uma
especie de viajante fazia de tudo um pouco fotografo agente de
viagens ate contra bandista de pedras preciosas hoje ele estava
trabalhando para uns grupo chines que compravam terrenos aqui no
brasil
ele saíram pra os
barzinho Onofre pagou o táxi poderia fazer um dos seus esquema
depois
foram topar nuca casa
noturna chamada dali o dono era um antigo contato de Onofre
a casa era bem eclética
havia gente de varias áreas um metaleiros uns caras boizinhos um
pessoal sem definição santo era o dono na verdade ele queria
mesmo era passar ponto para frente pra realizar outros empreendimentos
no meio da noite chega
um sujeito com uma galera tipo neo hipie tinha um senho de 50
poucos anos era o promotor rideseses vivia viajando confeccionando peças de
prata ele tinha atira colo algumas garotas meio hippies havia uma
que parecia fugido dos anos 70
ate as roupas era estilo
antigo
Carlos meio bêbado e
também querendo esquecer o desamor
começou um papo com
essa estranha garota
ela era pálida ela
se chamava Miranda
ele perguntou de onde
tinha vindo estava num ponto de paradas de surfistas e e hippies
quando Amaral chegou ele viu ela e resolveram subir a serra ate
aqui
carlos perguntou mais
sobre ela
ela falou a nao o que
saber
minha origem original não
lembro só sei que morava numa fazenda com tobias
carlos perguntou ele era seu marido?
ela deu uma risadinha
era ela o principal nos seguíamos o que ele dizia
ele nos dava o que
precisavamos eramos em 20 e mais tobias e tres principasi só tobias
nao ficava la
carlos comenta to achando que
pareçe vila de hippie
Miranda disse digamos
que sim
e você vai voltar la
quando
miranda mostra
feições de preocupação não mais certa onde e quando estávamos na
fazenda fomos atacados por outros mandados pelo principal rival de Tobias
eles acabaram a estancia que viviamos os homens tentaram lutar as mulheres que não
fugiram foram destruídas eu peguei carona com um caminhoneiro e
desde então vivo assim locais como amaral que me encontro
carlos logo pensou em
se tratar de uma louca drogada mas como estava cansado e bêbado não
ligou para o que ela disse
Miranda sentia ao
mesmo o cansaço de Carlos em relação a sua noiva
miranda fala sabe
carlos vou te confessar algo tenho pouco tempo neste mundo por
que logo serei recrutada se fugir então provavelmente os homens
rivais de Tobias e outros principais vão me encontrar
carlos não queria
saber desse papo de maluco então beijou mirando na boca
um gosto estranho
meio doce meio amendoado uma sençasão estranha
mirando deu um sorriso
gostei de você carlos
acho que vou te passar minha chama negra para ti
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
o convento
Muitas pessoas acham que o mundo e como uma pintura de aquarela .linda brilhante mas a verdade é outra existe uma gama maior de cores muitas vezes em cores fortes e sombrias
nossa
historia começa ou termina depende do ponto de vista em um
convento de alguma região
prospera
com terras verdes e campos verdejantes um lugar cheio de vida
nosso
pequeno convento era um lugar bem construído muitos arcos apesar
dos muros altos e portões de ferro por dentro era arejado com
colunas altas não havia mortificações da carne lá
so havia
paz e sossego elas se dedicavam a extrair a essência das flores
que humildes camponeses colhiam nas terras do clero
era o
começo dos ano 60 tudo transcorria bem neste dia chegou ao convento
uma jovem foi conhecer o convento com aspiração a ser noviça
alexassa uma ruivinha miudinha ela andou por vários locais as
capelas aprendeu sobre as rotinas os estudos bíblicos e ela foi
apresentada a todas
e a ultima
era a recém ordenada mayara ou irma janira
as duas
conversaram e e tinha muita coisa em comum a total fé deus e de
como ele era bom e caridoso por criar um um mundo lindo e colorido
e maravilhoso
o dia
transcorria normalmente ate a chegada do padre eusebio ele estava
quase em panico e temeroso pelas clericas
ele contou
que algum tipo de animal raivoso ou pior algum louco matando e
mutilando pessoas e animais
padre
Eusébio mandou trancar tudo e não atender estranhos qualquer
coisa ligar para a delegacia pois muito acreditaram se tratar até
mesmo de uma quadrilha de sádicos
nessa
noita as clericas se re tiraram e orações e m suas alcovas
a noite
caiu uma noite sem luar um frio estranho começou a soprar como
gritos de agonia
de repente
uma neblina começa a impregnar os corredores do convento
um
estranho sono começa a tomar conta da freiras em suas alcovas
pesadelos com mortes e torturas atormentam o sono das devotas
enquanto
isso janira em sua alcova não consegue dormir um estranho
desespero se apossa dela
um aperto
insuportavel no peito
o som do
vento era como um urro de algum tipo de animal
no
corredor um semblante de estranha figura começa a andar por eles no
começo um vulto ate se ver visível na figura de um homem alto pela
clara bem pálida cabelos negros e ondulados
com botas
de couro de cano longo por um momento ele para e começa a sentir o
cheiro dolugaraté que um odor em especial chama a atenção dele
janira o cheiro do teor dela o atrai
ele se
encaminha para a alcova dela
e alem de
toda logica conhecida ele se transmuta em uma nuven de gás e travasse a
porta
o horror
de janira cresce com aquela cena
Satanás
estava em sua cela ela rezou rezou e rezou e a figura soturna
começou a rir
e
proferiu as seguintes palavras: comece a gritar pois essa eá a
unica ajuda que terá já sei vou gritar um pouco
e com
sarcasmo começou a gritar alto socorro -tem uma besta aqui dentro
comigo alguem me ajude
ninguém
respondeu so som do vento e um som de algum tipo de animal ao fundo
era so o que se ouvia
então o
ser sobrenatural fitou a clerica e disse voce me dara prazer depois
vou o faço com vc
então
olhos de uma cor entre o amarelo eo violeta depois um verde claro olhou
diretamente para ela
ele a
despiu e segurou pelo pulsos ele possuía uma força descomunal
arrancou o camisolão e touca e as roupas intimas ela estava
completamente nua em sua cama e dominada por aquele ser nefasto
durante a sua violação ela sentiu seu caninos entrando em sua
carne e lhe extraindo sangue mas também uma especie de contra fluxo
após ele se satisfazer
janira
esta contorcida de de do dor vergonha e raiva
o violador
lhe fala: a partir de agora começa uma nova vida para você
quando o
sol sair não deixe ele lhe tocar o resto você aprendera depois
janira
perguntara quase sem voz por que ?
então ele
da meia volta e diz
-por que
posso e sinto isso dentro de mim para mim voces não são nada o que
importa e me satisfazer o que importa ea mim, vocês são gado,lixo,
nada
mas em
breve voce saberá o que sinto
a grande
treva que me acolheu sou um iluminado
então ao
poucos como entrou ele foi sumindo
e la
estava janira meio morta meio viva fraca com furos no pescoço e
sangue seco
quando a
manhã despontou uma letargia se apossou dela e um sentimento de
muita raiva e tristeza umas freiras perguntou s ela estava bem
janira não
saberia explicar sua situação ficou com medo que pensasem que estava
louco e somente disse que estava doente então mais tarde foi lhe
deixado um prato de comida e um pequeno pote com suco de uva
janira
estava com uma sensação estranha então quando tentou comer uma
estanha repulsa pelo alimento era como se tentasse comer plastico
ou borracha o sabor era estranho ai começou a sede ela tomou o suco
normalmente mas o sabor parecia distante foi lhe deixado um jarro com
agua as freira eram sempre reservadas nestes casos afinal nas
meditações e orações havia muita privacidade
quando a
noite chegou estranha sensações tomaram janira nessa altura seu
coração estava extremante colérico e por cima de tudo um repudio
raiva a deus em sua mente uma pergunta por que deus deixou que
isso aconteçece aonde ele estava por que não morro de vez
então os
sentidos de janira se aguçaram de tal maneira que sua audição
foi capaz de ouvir todos no convento como se encontrassem a poucos
passos eo olfato todos os cheiros e um em especial uma fragancia
doce incrivelmete doce começou a lhe dar agua na boca
ela tinha
que provar aquela fragancia então no meio da noite
ela se
retira de sua alcova e vai atras do cheio , seu aspecto e péssimo
descabelada descalça com o camisolão com manchas de sangue parecia
uma louca
então ela
chega ao destino o banheiro uma das jovens noviças esta se limpando
de suas regras
e la esta
ela na penumbra ela ve janira ea cumpri menta não percebe as roupas
suja s
então a
joven se higieniza e janira sente o cheiro que emana daquela jovem ,
horrorizada algo desperta uma sede descontrolada, algo primitivo
de dentro do cérebro de janira assume o controle
agarra por
trás a jovem semi nua e então pressas crescem e cravam na jugular
dela
uma
paralisia toma conta da noviça janira sente aquele sangue quente
delicioso sendo drenado
era como
se pudesse sentir a vida em sua essência
quando
terminou era so janira e uma jovem morta no chão janira se encolhe
no canto canto com olhos de espanto medo e êxtase tudo junto um ar
insano se apossa dela
então ela
se levanta se olha no espelho
e diz no
que foi que me tornei?
- Algo dentro dela toma forma um desejo de vingança seus escrúpulos ou restrições os sentimentos de peidada amizade se afogaram dentro de seu ser onde chamas negras tomavam seu seu ser uma tormenta de pensamentos horríveis e insanos tomou conta de janira so vingança e dor importavan ela iria se vingar de tudo e de todos a começar por este lugar ,este convento que não a protegeu do mal e acabou se tornando o malo mal era so isso que importava dor e desespero alheio ela causara o mal a todos daqui passar a frenteentão a noite se tornou um rio de sangue janira atacava suas ex amigas com fúria descomunal um verdadeiro animal algumas tentaram correr era inútil em velocidade e força janira superava qualquer ser humano a cada nova vitima ela se fortalecia ninguém foi poupado só o êxtase de matar importava a poucas horas do alvorecer janira instintivamente sabia que tinha que ir embora e se esconder mas antes ela saqueou o convento levando inclusive as valiosas obras de arte sacra tudo de pior aflorou em janira mas janira se lembrou de alexassa ela ficava no quarto de hospedes mas ao invés de matala ela teve uma ideia deixar um presente para o padre euzebio e outros primeiro ela dominou alexassa e sugou um pouco de seu sangue até ela ficar fraca depois deu a ela um pouco de seu próprio sangue ela esperaria que alexasa causasse algum desconforto a todos
- foi assim que janira se foi levando uma pequena fortuna abandonado alexassa
a sua
propria sorte e ganhou o mundo para espalhar sua dor aos outros
autor A.M.N
domingo, 26 de agosto de 2012
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